Questões & Sugestões

equipmentprotection3

Em resposta a este post podem comentar e criticar o que acham sobre o Sophia of Nature; podem dar sugestões (sobre a forma como é gerido o blog, sobre os artigos e ainda sugestões de temas que gostariam de ver abordados); e podem fazer as questões que desejarem. Enfim, usem este “espaço” para dizerem aquilo que querem dizer e que achem que não se coaduna em resposta a nenhum dos artigos publicados.

 

Se preferirem, podem  contactar-me por email: m.lopes @ exeter.ac.uk.

 

Marinho Lopes

Anúncios

5 thoughts on “Questões & Sugestões

  1. Sou principiante e generalista, mas interessado em aprofundar a ligação entre as ciências e o seu funcionemento em conjunto, na globalidade, ou melhor, tudo o que me rodeia e que define o movimento da realidade. A minha área, é electrotécnia e electrónica, do ensino médio. Partilho a ideia e o conceito de “A Evolução de Darwin”, “A Origem das Espécies” e o mesmo, tento aplicar desde o big bang, elementos, matéria e matéria orgânica, vida orgânica e vida, até aos dias de hoje, em “A Evoluçao”, o que me parece ser o mais certo na base da razão, aqui e agora. Sendo isto, uma questão de princípio, custa-me, de certa maneira aceitar, que usem muito, em certos artigos, os termos de “criar e criação”, parece que apareceu de não sei onde, o que me faz lembrar o peso de uma certa, “matrix, codex, educação religiosa”, como já reconheceu num artigo sobre religião. Quero com isto dizer, que podiam ser trocados, progessivamente, pela ideia e conceito acima exposto e num espaço cronologicamente adequado, seria como ir a um museu, pela primeira vez e logo acompanhado por um guia, muito diferente de ir sózinho, numa área desconhecida. Sendo esta uma opinião subjectiva, mas não só, ficava satisfeito que a reconciderasse, porque a acho de certa maneira consistênte, de resto tudo bem ou quase, aqui e agora. Com intenção construtiva, mas critica, ainda de realçar que no artigo sobre redes de transporte ele está cronologicamente inadequado e que por pouco mais podia fazer a evolução da electricidade até às redes de transporte. Sem mais, por enquanto, um abraço e parabens pelo contributo pela divulgação e disseminação da ciência de maneira acessível e compreenssível para muitos.

    • Caro Fernando Oleiro, obrigado pela sua crítica, a qual terei em conta em futuros artigos.
      De facto, eu concordo com o seu ponto de vista e normalmente evito usar a palavra “criar”, ou de forma semelhante evito escrever “inventar” quando se trata de “descobrir”.
      Por outro lado, a verdade é que a palavra “criar” em si tem mais que um só significado, podendo ser interpretada sem essa conotação negativa que refere, pelo que por vezes não evito a palavra, tendo isto em mente (por uma questão de diversidade linguística, simplicidade, ou até mesmo para ser mais sugestivo e apelativo, como no caso do artigo “Criar Ciência”, que tinha o objectivo irónico de fazer uma analogia com o “criar” divino). De resto, é também possível que por vezes use palavras não muito adequadas, por normalmente escrever mais por prazer, não despendendo o tempo necessário numa revisão rigorosa.
      De qualquer forma, sinta-se à vontade para enumerar todos os casos em concreto onde se sentiu incomodado com as palavras usadas.
      Tendo em conta o final do seu artigo, talvez se refira, por exemplo, à frase “A criação de redes de transmissão e distribuição de electricidade foi uma das mais importantes criações do Homem no século XX.” (artigo – Transmissão Eléctrica). Neste caso usei a palavra com sentido literal: as redes não existiam antes, por isso foram criadas. Não poderiam ser “descobertas”, por não existirem, claro. Tratou-se, obviamente, do culminar de todo um conhecimento obtido principalmente durante os séculos XIX e XX, o que creio que fica claro ao longo do artigo.
      Honestamente, dou mais valor ao significado de todo o conteúdo dos artigos, do que ao de palavras ou expressões isoladas. É talvez uma liberdade mais “literária” que “científica”, a qual não evito na esperança (e confiança) que o leitor compreenda dentro do contexto. Sempre que assim não for, agradeço que me apontem aquilo que acham incorrecto e/ou inadequado.

      Confesso que muitas vezes não me preocupo com a cronologia, mas antes tento contar a “história” de modo a que as peças encaixem de modo compreensível, pois o que tento explicar é como as coisas funcionam e não a História delas. É uma opção que dificilmente irei alterar no futuro, porque é para mim mais fácil explicar as coisas desta forma (tendo em conta a minha formação), e também creio que seja mais fácil para o leitor de as compreender. Contar de forma cronológica os eventos e descobertas que conduziram a uma dada tecnologia (por exemplo), faria com que eu tivesse que referir mais eventos, mais pessoas e mais detalhes, tornando os artigos demasiado longos (o que me daria mais trabalho e seria mais maçudo para os leitores). Por outro lado, esse tipo de informação é fácil de encontrar na wikipedia e afasta-se um pouco da natureza deste blog. Ainda assim, reconheço que é importante que o leitor não fique a pensar que X pode ter acontecido antes de Y, quando se tratou do contrário. Se dei essa ideia em algum artigo, por favor diga-me em qual, e onde, para que possa rectificar.

      Obrigado pelo seu comentário.

      Cumprimentos,
      Marinho

  2. Caro S of N, desvendei funcionamento do CÉREBRO HUMANO. Favor, leia última post: Ensaio Sobre o Racismo – e a origem das emoções humanas (blog: cerebro selvagem). Ajd-me divulgá-la. OBG.

    • Caro Amauri Hirakawa,

      Lamento informá-lo, mas você não desvendou coisa nenhuma. Pseudo-ciência não constitui conhecimento novo. Recomendo-lhe a ler este artigo sobre o processo de criar ciência:
      https://sophiaofnature.wordpress.com/2013/08/20/criar-ciencia/

      Uma teoria para ser científica tem que ser testável através de experiências (tem que ser falseável), tem que fazer previsões quantitativas de alguma coisa… As experiências em causa tem que ser reprodutíveis por outros.

      Cumprimentos,
      Marinho

  3. Pingback: Índice de Artigos | Sophia of Nature

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s