Quem decide: razão ou emoção?

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Na cultura ocidental do século XXI encontra-se ainda bastante a noção platónica de que para fazermos boas decisões devemos baseá-las na razão. A emoção é entendida como um impedimento ao processo lógico e que, quando não controlada, nos conduz a deliberações imperfeitas. Não lhe será de certo difícil recordar algum filme ou livro em que uma dada personagem foi retratada como sendo mais bem-sucedida que a média por ter a característica de não se deixar guiar pela emoção. Aliás, quando descrevemos alguém como “emocional” queremos por vezes implicar que se trata de alguém com falta de bom senso. Mas será que a emoção é mesmo um obstáculo à tomada de boas decisões?

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