A beleza abstracta – Parte I

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Qual a origem da beleza? Ou melhor, qual a origem do enlevo que sentimos quando percepcionamos algo que definimos como belo? A simetria, a coerência e a simplicidade são alguns dos elementos que parecem compor a harmonia daquilo que genericamente sentimos ser belo. Somos atraídos pela beleza sem que a razão pareça ter um argumento que justifique esta valorização abstracta inadvertida. Encontramos esse encanto não só no mundo material, como também no mundo das ideias. Admiramos noções simples que têm o dom de elucidar conceitos complexos. Atrai-nos a magia aparente de uma ideia que parece transcender os limites da razão que a criou.

Em 1988, a revista Mathematical Intelligencer criou uma votação para os seus leitores elegerem os teoremas mais belos da Matemática [1]. Alguns deles já os referi noutros artigos, como a demonstração do π ser um número transcendental, bem como a da raiz quadrada de 2 ser um número irracional. Neste artigo vou descrever o top 5.

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Apresentação do livro “Para Além dos Ombros de Gigantes” – Porto

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No dia 28 de Julho às 18h00, no Ateneu Comercial do Porto, irei fazer uma nova apresentação do meu livro “Para Além dos Ombros de Gigantes”. Para quem não teve oportunidade de comparecer às apresentações em Lisboa, Aveiro, Coimbra e Leiria, esta é a vossa chance!

O Ateneu Comercial do Porto fica na Rua Passos Manuel, 44; 4000-381 Porto.

Podem expressar o vosso desejo de participar neste evento do facebook.

Recordo que o livro é uma colectânea de artigos de divulgação de Ciência dirigidos ao público em geral.

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