About MarinhoLopes

Doutor em Física teórica | Contacto: m.lopes @ exeter.ac.uk | Página pessoal: http://malopes.yolasite.com Autor do livro: "Para Além dos Ombros de Gigantes" http://viriato.divergencia.pt/produto/para-alem-dos-ombros-de-gigantes-de-marinho-lopes/

O plano complexo

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Já aqui falei de números imaginários e complexos. Neste artigo vou abordar a sua representação geométrica. Como representar uma quantidade imaginária no espaço?

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O que está mal com o sistema científico?

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A ciência é o conhecimento que temos sobre nós e tudo o que nos rodeia. Não sabemos tudo e por isso existem cientistas: pessoas que estudam as questões em aberto na ciência. Como toda a gente, os cientistas não vivem do ar e, por isso, existe todo um sistema que permite financiar os cientistas e a ciência. É deste “sistema científico” que vou falar neste artigo; um sistema que, paradoxalmente, promove “má ciência”, isto é, trabalho de fraca qualidade no explorar das fronteiras do conhecimento.

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O que nos vai na cabeça? – parte IV

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Nesta quarta e última parte vou abordar uma outra técnica para ler “o que nos vai na cabeça”: o PET scan, isto é, Positron Emission Tomography (tomografia por emissão de positrões). Recordo que nas partes I, II e III deste artigo falei de electroencefalografia (EEG), magnetoencefalografia (MEG) e imagem por ressonância magnética funcional (fMRI).

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O que nos vai na cabeça? – parte III

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Já vos falei de electroencefalogramas e magnetoencefalogramas para medir sinais eléctricos e magnéticos produzidos pelo cérebro (ver primeira e segunda parte deste artigo). Que mais podemos medir? Nesta terceira parte vou abordar a técnica que é quiçá a mais famosa actualmente para medir actividade cerebral: a imagem por ressonância magnética funcional, ou fMRI do inglês functional Magnetic Resonance Imaging. Mas antes dela, terei que referir o CT scan e o MRI.

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O que nos vai na cabeça? – parte II

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Na primeira parte falei-vos da tecnologia telepática de Hans Berger, o electroencefalograma.  O que é que o electroencefalograma mede? De que forma é que mede? Ainda é usado? O que mudou? E para lá do electroencefalograma, o que temos?

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O que nos vai na cabeça? – parte I

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“O que te vai na cabeça?” – pergunta a Ana ao João, ao que este responde: “Não estou a pensar em nada.” Insatisfeita com a resposta, a Ana insiste: “Posso verificar?” Surpreendido, o João retribui: “Como?!” A Ana sorri e responde de forma enigmática: “Usando a tecnologia telepática de Berger, claro.” O que queria a Ana dizer com isto? Podemos de facto ler a mente de outra pessoa? Neste artigo irei falar-vos das várias tecnologias que nos permitem ler a actividade cerebral (mas não necessariamente a “mente”).

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O paciente “Tan”

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Em 1864, o médico e anatomista francês Paul Broca anunciou a sua célebre frase: “Nós falamos com o hemisfério esquerdo!” Por outras palavras, Broca afirmou que a nossa capacidade de comunicar está localizada no lado esquerdo do nosso cérebro. Como é que ele chegou a esta conclusão? Seria Broca um frenologista? Será que evidências posteriores confirmaram as suas observações? Se não sabe o que foi a Frenologia, não se preocupe, é em parte bom sinal! Antes de esclarecer o que foi essa pseudociência, comecemos por conhecer o famoso paciente “Tan”.

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