Os Movimentos Celestes – Parte II

the_south_celestial_pole Neste artigo, entre outros temas, vou abordar a precessão dos equinócios, as fases da Lua, e os eclipses lunar e solar. Continuar a ler

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Os Movimentos Celestes – Parte I

figura_15 Quão rápido gira a Terra em torno de si própria? E em torno do Sol? Será que o Sol está parado? E a própria galáxia move-se? Qual a origem das estações do ano? Qual a diferença entre “dia sideral”, “dia solar”, e “dia natural”? Neste artigo irei responder a todas estas questões! Continuar a ler

Medições Astronómicas

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O Homem sempre teve curiosidade em saber quanto mede um objecto qualquer, muitas vezes sem haver uma razão para tal interesse. Medir um objecto é algo relativamente fácil se esse objecto não for nem muito grande, nem muito pequeno. Neste artigo vou-me focar nas medições do muito grande. É claro que não se trata de medições directas, mas sim indirectas, ou seja, obtidas através de cálculos (os quais usam medidas directas de outras variáveis).

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Astronomia Amadora

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Alguns de vós talvez já tenham pensado que um bom passatempo é olhar para o céu à noite. De facto, quando se vêem documentários sobre astronomia, por exemplo, é normal ficar-se com uma certa vontade de olhar para essa imensidão que esmaga a nossa pequenez. Desafio-vos a pôr em prática esse desejo, mas antes permitam-me que altere um pouco as vossas expectativas, para que não fiquem depois desapontados.

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Astronomia versus Astrologia

Desta vez vou ser talvez um pouco hostil para certas pessoas: aquelas que apreciam o trabalho da Maya, ou do professor “Bambu”… A todas peço desde já desculpa.

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A astrologia parece ter adoptado um pouco de Geometria, de modo a que as invenções pareçam ter uma credibilidade maior.

Antes de mais, convém começar por esclarecer a diferença entre estas duas “ciências”, que não é clara para todos. A Astronomia é a ciência que estuda os astros, enquanto que a astrologia é a “ciência” que procura encontrar uma relação entre os astros e a vida dos humanos no planeta Terra. Note-se que a uma chamei ciência e à outra “ciência”, esta diferenciação foi feita simplesmente com o intuito de sublinhar que a primeira usa o método científico (como as outras ciências exactas: Física, Química, Biologia, etc.), enquanto que a segunda não passa de mera especulação, e atrevo-me até a dizer: invenção. Não existe nenhuma boa razão para considerar que o movimento dos astros possa de algum modo nos afectar, exceptuando o Sol, que transforma o dia em noite, e a noite em dia, bem como a Lua, que afecta as marés do mar, bem como o comportamento de muitos animais e plantas, a um nível biológico (não a um nível psicológico e/ou relacionado com o futuro desses animais).

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Teoria da Panspermia

Vejam este pequeno vídeo simplificador da ideia desta teoria.

Uma das questões fundamentais com que qualquer pessoa se depara é a da razão de estar vivo, de existir. Na Ciência, sendo um conhecimento de todos, procura-se entender a razão de todos nós existirmos. Darwin deu um ajuda: evoluímos de outros seres. Mas se sabemos que a Terra nem sempre existiu, isto implica que a vida neste planeta tenha tido um começo. Pegando novamente na Teoria do Evolucionismo consegue-se perceber que se os organismos são sempre mais complexos, então o começo deverá ter acontecido da transição do “não ter vida” para o “organismo mais simples, primordial e fundamental”. Depois de identificadas as “peças” essenciais da vida, deveria bastar reconhecer as moléculas que as constituem e determinar as condições necessárias para transformar essas moléculas, nessas “peças”. Apesar de haver várias teorias que tentam explicar essa transformação, a verdade é que nenhuma foi confirmada em laboratório. Sendo assim impõe-se a questão: será que esta incompreensão não se deva a alguma razão que nos transcenda? Essa razão pode ser simplesmente uma condição com a qual nunca nos deparámos, por não ocorrer neste planeta. Mas num outro planeta nada nos garante que tal não exista. E é com esta hipótese que podemos chegar à Teoria da Panspermia: a vida terrestre pode ter origem extraterrestre.

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Métodos de Detecção de Planetas Extrasolares

Existem vários métodos de detecção de planetas extrasolares, sendo um deles consequência da perturbação dinâmica que o planeta produz na estrela. Este método tem três técnicas fundamentais: o pulsar timing, a velocidade radial e a astrometria. Além desse método, irei ainda explanar a fotometria (ocultações); a gravitational lensing; e a imaging.

A perturbação dinâmica de uma estrela por um planeta resulta da atracção gravitacional que o planeta produz sobre a estrela: do mesmo modo que a estrela induz um movimento elíptico no planeta em torno do centro de massa do sistema planeta-estrela, também o planeta induz um movimento elíptico na estrela de igual período em torno do centro de massa do sistema, com a particularidade de ser uma órbita muito menor, visto que na maioria dos casos este centro de massa se situa dentro da própria estrela, isto se a massa do planeta for muito inferior à massa da estrela, como é normal que seja.

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