A ditadura da verdade

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“You are not entitled to your opinion. You are entitled to your informed opinion. No one is entitled to be ignorant.” Harlan Ellison

Traduzindo a frase de Harlan Ellison: “Tu não tens direito à tua opinião. Tu tens direito à tua opinião informada. Ninguém tem direito a ser ignorante.”

A democracia, para se defender a ela própria, necessita de estabelecer limites às liberdades que oferece. Em particular, a liberdade de expressão tem que ser regulamentada de alguma forma.

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O seu cão não cheira melhor que você!

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É comum considerar-se que os cães têm excelente olfacto, estando implícito (ou explícito) que o nosso, o dos humanos, não é tão bom. Aliás, tendo em conta que as nossas vidas dependem principalmente do que vemos e ouvimos, o dom de cheirar é relegado para segundo plano e assumimos que o nosso sistema de identificação de cheiros não deve ser grande coisa. Porque é que haveria de ser?! Coloca-se também a questão: será que o nosso nariz serve apenas para enfeitar a cara (ou distorcê-la)?

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A beleza abstracta – Parte II

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Neste artigo apresento-vos os cinco mais belos teoremas da Matemática de acordo com a votação organizada pela Mathematical Intelligencer. Na primeira parte já vos falei da soma infinita dos inversos dos quadrados dos números naturais (5º lugar); dos sólidos platónicos (4º lugar); e da demonstração de que existem infinitos números primos (3º lugar).

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A beleza abstracta – Parte I

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Qual a origem da beleza? Ou melhor, qual a origem do enlevo que sentimos quando percepcionamos algo que definimos como belo? A simetria, a coerência e a simplicidade são alguns dos elementos que parecem compor a harmonia daquilo que genericamente sentimos ser belo. Somos atraídos pela beleza sem que a razão pareça ter um argumento que justifique esta valorização abstracta inadvertida. Encontramos esse encanto não só no mundo material, como também no mundo das ideias. Admiramos noções simples que têm o dom de elucidar conceitos complexos. Atrai-nos a magia aparente de uma ideia que parece transcender os limites da razão que a criou.

Em 1988, a revista Mathematical Intelligencer criou uma votação para os seus leitores elegerem os teoremas mais belos da Matemática [1]. Alguns deles já os referi noutros artigos, como a demonstração do π ser um número transcendental, bem como a da raiz quadrada de 2 ser um número irracional. Neste artigo vou descrever o top 5.

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Apresentação do livro “Para Além dos Ombros de Gigantes” – Porto

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No dia 28 de Julho às 18h00, no Ateneu Comercial do Porto, irei fazer uma nova apresentação do meu livro “Para Além dos Ombros de Gigantes”. Para quem não teve oportunidade de comparecer às apresentações em Lisboa, Aveiro, Coimbra e Leiria, esta é a vossa chance!

O Ateneu Comercial do Porto fica na Rua Passos Manuel, 44; 4000-381 Porto.

Podem expressar o vosso desejo de participar neste evento do facebook.

Recordo que o livro é uma colectânea de artigos de divulgação de Ciência dirigidos ao público em geral.

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Negligência Paradoxal

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Nem tudo o que parece é. Não obstante a existência de paradoxos, é por norma boa prática assumir que uma contradição merece escrutínio. Neste artigo vou abordar uma aparente contradição que por vezes emerge quando analisamos dados de forma categorizada e de forma conjunta. Este tipo de contradição é conhecida como Paradoxo de Simpson, em referência ao matemático britânico Edward Simpson (1922-?) que descreveu o fenómeno em 1951.

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